Segundo a OMS (2015), “a sexualidade é um aspeto central do ser humano ao longo da vida; ela engloba sensualidade, identidades e papéis de género, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. Ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.

Para explicar de forma eficaz é necessário perceber o desenvolvimento da criança, que começa por criar ligações relacionais através da necessidade de ser alimentado pela figura maternal. O facto de existir posteriormente outras figuras ativas (pai, irmã/o) na sua vida, permite à criança entender que não é a peça central da sua realidade, despertando-lhe o interesse em conhecer e relacionar-se com outras pessoas.

Com o crescimento surgem as primeiras questões como a origem dos bebés e a reprodução humana. É necessário, que as figuras parentais não temam estas questões e que compreendam que não existem respostas corretas, mas sim diferentes formas de educar os seus filhos.

Existe, no entanto, algumas formas de ajudar e orientar os pais neste processo, desde especialistas, fontes de aprendizagem (filmes, livros fidedignos) e por vezes até questionar pessoas com crianças que já tenham passado por essas fases.

Existe também o lado reverso da moeda que quando bem gerido pode ter um papel fundamental na orientação da criança para a compreensão da sexualidade de forma saudável. O foco deve-se prender em transmitir informação credível que sirva de base e suporte para o estabelecimento de relações de amizade e amorosas positivas, respeitando a sua própria privacidade e a dos outros, desconstruindo os estereótipos errados e perigosos existentes na sociedade.

Com a chegada da pré-adolescência e adolescência começam a ser colocadas em prática todas estas aprendizagens e para facilitar este processo criámos o Programa “Conversas de Pré-Adolescentes”.

A nossa equipa multidisciplinar pretende, junto dos jovens, abordar, explicar e tirar dúvidas relativamente a temas que estão presentes no seu dia a dia. O esclarecimento destas questões é fundamental nesta transição da infância para a adolescência.

Neste programa serão abordadas temáticas como as modificações fisiológicas e biológicas do corpo, os papéis de género, a identificação das várias profissões que ambos os géneros podem exercer, identificação do conceito de família e a sua importância no seio familiar, prevenção das aproximações abusivas e proteção do corpo, reconhecimento das pessoas que podem ajudar, os tipos de orientação sexual e a compreensão da reprodução humana.

Filipa Canoso – Psicóloga Júnior – Membro Estagiário OPP

Segundo a OMS (2015), “a sexualidade é um aspeto central do ser humano ao longo da vida; ela engloba sensualidade, identidades e papéis de género, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. Ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.

Para explicar de forma eficaz é necessário perceber o desenvolvimento da criança, que começa por criar ligações relacionais através da necessidade de ser alimentado pela figura maternal. O facto de existir posteriormente outras figuras ativas (pai, irmã/o) na sua vida, permite à criança entender que não é a peça central da sua realidade, despertando-lhe o interesse em conhecer e relacionar-se com outras pessoas.

Com o crescimento surgem as primeiras questões como a origem dos bebés e a reprodução humana. É necessário, que as figuras parentais não temam estas questões e que compreendam que não existem respostas corretas, mas sim diferentes formas de educar os seus filhos.

Existe, no entanto, algumas formas de ajudar e orientar os pais neste processo, desde especialistas, fontes de aprendizagem (filmes, livros fidedignos) e por vezes até questionar pessoas com crianças que já tenham passado por essas fases.

Existe também o lado reverso da moeda que quando bem gerido pode ter um papel fundamental na orientação da criança para a compreensão da sexualidade de forma saudável. O foco deve-se prender em transmitir informação credível que sirva de base e suporte para o estabelecimento de relações de amizade e amorosas positivas, respeitando a sua própria privacidade e a dos outros, desconstruindo os estereótipos errados e perigosos existentes na sociedade.

Com a chegada da pré-adolescência e adolescência começam a ser colocadas em prática todas estas aprendizagens e para facilitar este processo criámos o Programa “Conversas de Pré-Adolescentes”.

A nossa equipa multidisciplinar pretende, junto dos jovens, abordar, explicar e tirar dúvidas relativamente a temas que estão presentes no seu dia a dia. O esclarecimento destas questões é fundamental nesta transição da infância para a adolescência.

Neste programa serão abordadas temáticas como as modificações fisiológicas e biológicas do corpo, os papéis de género, a identificação das várias profissões que ambos os géneros podem exercer, identificação do conceito de família e a sua importância no seio familiar, prevenção das aproximações abusivas e proteção do corpo, reconhecimento das pessoas que podem ajudar, os tipos de orientação sexual e a compreensão da reprodução humana.

Filipa Canoso – Psicóloga Júnior – Membro Estagiário OPP

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