O envelhecimento faz parte do desenvolvimento humano, mas porque é que esta fase nos levanta tantas dúvidas, medos e por vezes nos é difícil aceitar as mudanças inerentes a este processo?

Lidar com processos de mudança e adaptação relacionados com a velhice, assume uma particular importância no ajustamento da pessoa a uma nova realidade que comporta alterações para o seu quotidiano. Com frequência, por falta de informação, apoio emocional e aconselhamento, torna-se difícil para o idoso e para o seu núcleo familiar lidar com essas alterações físicas, psicológicas e sociais.

O envelhecimento é um processo normal, que faz parte do desenvolvimento humano caraterizado pela ocorrência de mudanças, adaptações e constantes ajustamentos em que, à semelhança de outras fases da vida, comporta desafios e objetivos próprios. Importa, por isso, promover um envelhecimento ativo de forma a prevenir o aparecimento ou atrasar défices cognitivos e processos demenciais, bem como estimular/conservar os processos cognitivos e promover a manutenção das aptidões cognitivas e das relações sociais.

Embora possa existir um declínio das capacidades físicas e sensoriais na população idosa, devem ser criadas oportunidades que promovam o bem-estar e a saúde tendo em vista envelhecimento positivo, ativo e saudável, aumentando assim qualidade de vida.

O papel do Psicólogo no envelhecimento tem como objetivos:

  • Intervir nos problemas de saúde psicológica na velhice
  • Intervir com a população idosa em situações de luto e de perda;
  • Potenciar a adesão terapêutica e promoção de um estilo de vida saudável;
  • Promover a qualidade de vida e do bem-estar;
  • Estimular e reabilitar cognitivamente;
  • Intervir em processos de défice cognitivo e demenciais;
  • Desenvolver de estratégias de coping;
  • Intervir e aconselhar os cuidadores.

 

Cláudia Cosme – Psicóloga

O envelhecimento faz parte do desenvolvimento humano, mas porque é que esta fase nos levanta tantas dúvidas, medos e por vezes nos é difícil aceitar as mudanças inerentes a este processo?

Lidar com processos de mudança e adaptação relacionados com a velhice, assume uma particular importância no ajustamento da pessoa a uma nova realidade que comporta alterações para o seu quotidiano. Com frequência, por falta de informação, apoio emocional e aconselhamento, torna-se difícil para o idoso e para o seu núcleo familiar lidar com essas alterações físicas, psicológicas e sociais.

O envelhecimento é um processo normal, que faz parte do desenvolvimento humano caraterizado pela ocorrência de mudanças, adaptações e constantes ajustamentos em que, à semelhança de outras fases da vida, comporta desafios e objetivos próprios. Importa, por isso, promover um envelhecimento ativo de forma a prevenir o aparecimento ou atrasar défices cognitivos e processos demenciais, bem como estimular/conservar os processos cognitivos e promover a manutenção das aptidões cognitivas e das relações sociais.

Embora possa existir um declínio das capacidades físicas e sensoriais na população idosa, devem ser criadas oportunidades que promovam o bem-estar e a saúde tendo em vista envelhecimento positivo, ativo e saudável, aumentando assim qualidade de vida.

O papel do Psicólogo no envelhecimento tem como objetivos:

  • Intervir nos problemas de saúde psicológica na velhice
  • Intervir com a população idosa em situações de luto e de perda;
  • Potenciar a adesão terapêutica e promoção de um estilo de vida saudável;
  • Promover a qualidade de vida e do bem-estar;
  • Estimular e reabilitar cognitivamente;
  • Intervir em processos de défice cognitivo e demenciais;
  • Desenvolver de estratégias de coping;
  • Intervir e aconselhar os cuidadores.

 

Cláudia Cosme – Psicóloga

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